Mostrar mensagens com a etiqueta Coleta Paroquial. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coleta Paroquial. Mostrar todas as mensagens

sábado, 15 de maio de 2021

A nossa paróquia precisa da colaboração de todos

Nossa Senhora da Nazaré em dia de festa

Foi distribuída por todas as residências da paróquia de Nossa Senhora da Nazaré uma mensagem assinada pelo nosso prior, Pe. César Fernandes, alusiva à Coleta Paroquial. A mensagem destina-se a todos os católicos e lembra que o contributo anual, que vem dos tempos da fundação da comunidade paroquial, se destina às múltiplas despesas correntes, não havendo outros fundos para as mesma, para além das ofertas espontâneas dos crentes.
Sublinha-se que, «com os vários confinamentos, devidos à pandemia, obrigando a encerrar os templos e as celebrações, não tem havido donativos dos cristãos para que a Igreja consiga suportar os encargos mensais», situação que todos compreenderão. Para além disso, as obras do Polivalente, que estão na fase final, também necessitam de ser saldadas.
A mensagem frisa que todos sabemos «das dificuldades económicas que atingem as famílias», mas haverá sempre a possibilidade da colaboração dos que puderem, confiando o nosso prior na generosidade dos paroquianos.
Entretanto, o nosso apelo estende-se a todos, incluindo os emigrantes, que labutam um pouco por todo o mundo, decerto sem esquecerem as suas raízes, que Nossa Senhora da Nazaré abençoa com a sua ternura de Mãe adorável.
Os contributos devem vir acompanhados do nome, morada e número do contribuinte completos para emissão do respetivo recibo.
O nosso endereço: Paróquia da Gafanha da Nazaré – Av. José Estêvão, Largo da Igreja, 3830-555 GAFANHA DA NAZARÉ.

Fernando Martins

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Coleta Paroquial em curso

Igreja paroquial vista de longe

Nos finais de maio, chegou à minha caixa do correio um envelope com uma informação sobre a Coleta Paroquial, enviado  pela Paróquia da Gafanha da Nazaré e assinado pelo nosso prior, P. César Fernandes, no sentido de lembrar aos paroquianos que estava em curso a recolha da coleta, um contributo anual necessário para as mais diversas despesas inerentes a uma comunidade de crentes católicos. Nela se pedia desculpa, porém, pelo eventual incómodo, aos residentes na nossa freguesia, não ligados à Igreja a que pertencemos. 
Para além de outras indicação, o P. César recomenda o preenchimento completo, no próprio envelope, de vários elementos, para ser possível passar recibo do contributo entregue nas missas ou no cartório paroquial. 
Venho com esta lembrança, neste blogue, porque nem toda a gente sabe que uma paróquia como a nossa tem grandes despesas, quer ligadas à área cultual, como burocrática, nomeadamente,  casamentos, batizados, funerais, cerimónias de vária ordem, mas ainda a construção de um polivalente, reparações nos templos da  Matriz, Cale da Vila e Chave, bem como ordenados, entre outras. 
Chego a pensar que muitos paroquianos julgam que uma comunidade paroquial tem rendimentos próprios, subsídios do Estado ou outros, heranças deste ou daquele ou ofertas vultosas. Nada disto acontece. Portanto, cabe aos paroquianos contribuírem, de acordo com as suas capacidades ou possibilidades, para as despesas das templos que nos acolhem, domingo a domingo, ou quando mais precisamos. 

Fernando Martins

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Coleta Paroquial não pode cair no esquecimento

Sacrário da Igreja Matriz


«A Coleta Paroquial é uma das receitas fundamentais para o funcionamento normal da nossa Paróquia. Para isso, está a ser colocado nas caixas do correio de todas as casas, um envelope onde os paroquianos poderão colocar a sua oferta e entrega-lo nos ofertórios das missas, ou no Cartório Paroquial. Agradecemos desde já a partilha e generosidade de todos.»



O aviso em epígrafe, publicado neste blogue e apresentado nas Eucaristias do fim de semana, deve ser lido com atenção e com espírito aberto e consciente, para ser tomado a sério. Há pessoas, pelo que sei, que assumem a sua condição de paroquianos, com tudo o que isso implica, nomeadamente no que diz respeito às despesas inerentes à vida da comunidade paroquial, com três centros de culto (Matriz, Chave e Cale da Vila). Mas também há outras que pensam que uma comunidade vive do ar que respira, olhando para o lado na hora de contribuírem para as múltiplas despesas que toda gente de bom senso admite serem uma realidade. 
Realmente, todos têm a obrigação de participar com realismo, contribuindo, de acordo com as suas possibilidades, para que os serviços funcionem dentro da normalidade. Há obras de manutenção, há empregados que desempenham funções necessárias, há padres que se encarregam dos cultos, do apoio a doentes e idosos, e ainda do atendimento espiritual, e não só. Também estão atentos às situações familiares, dando conselhos pertinentes e indicando pistas para a resolução de problemas inadiáveis. 
Seria muito bom que todos colaborássemos. Adiar os contributos pode conduzir a esquecimentos. 

Fernando Martins