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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Biblioteca D. António Francisco promove angariação de fundos


No âmbito do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, a Biblioteca D. António Francisco dos Santos, no Seminário de Aveiro, promove uma angariação solidária de fundos com a venda de livros usados a valores simbólicos. Os livros disponibilizados “pertencem à biblioteca ou foram-lhe doados, mas, por falta de espaço e por serem repetidos, terá de lhes ser dado um novo rumo”, refere Patrícia Neves Loureiro, responsável pela Biblioteca. “Com a verba angariada serão adquiridos novos títulos, o que permitirá o desenvolvimento e atualização do fundo documental da Biblioteca”, adianta. A venda decorre de 1 a 31 de outubro, das 9h30 às 19h00, no Seminário de Aveiro.

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Biblioteca D. António Francisco dos Santos


A Diocese de Aveiro vai inaugurar, no próximo dia 14 novembro, pelas 21 horas,  a Biblioteca D. António Francisco dos Santos, no Seminário Diocesano de Aveiro. Na cerimónia, vai ser apresentado o livro "Caminhando com D. António Francisco dos Santos, a propósito de um monumento em Tendais", da autoria do Prof. Universitário Bernardo Almeida 

Fonte: Ecclesia

sexta-feira, 17 de maio de 2019

José Tolentino Uma biblioteca é uma «farmácia da alma»



«D. José Tolentino Mendonça, bibliotecário e arquivista da Santa Sé, afirmou hoje, em Lisboa, que uma biblioteca é uma “farmácia da alma” e as palavras são “remédios” para a humanidade. 
“As mulheres e os homens vão sempre encontrar na palavra humana remédios que só encontram nesse lugar para a doença incurável que é a própria vida e a nossa humanidade”, afirmou o arcebispo madeirense no encerramento do curso de ‘Filosofia, Literatura, Espiritualidade’, promovido pela comunidade da Capela do Rato. 
Para D. José Tolentino Mendonça, o século XXI vai fazer ressurgir a centralidade das bibliotecas, hoje “olhadas mais como museus e depósitos do passado e não grandes centros de conhecimento”. 
“A palavra é o elemento capaz de explicar o humano, tem um poder curativo”, referiu o bibliotecário e arquivista da Santa Sé, acrescentando que “há discursos que curam as enfermidades”.»
 
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