«D. José Tolentino Mendonça, bibliotecário e arquivista da Santa Sé, afirmou hoje, em Lisboa, que uma biblioteca é uma “farmácia da alma” e as palavras são “remédios” para a humanidade.
“As mulheres e os homens vão sempre encontrar na palavra humana remédios que só encontram nesse lugar para a doença incurável que é a própria vida e a nossa humanidade”, afirmou o arcebispo madeirense no encerramento do curso de ‘Filosofia, Literatura, Espiritualidade’, promovido pela comunidade da Capela do Rato.
Para D. José Tolentino Mendonça, o século XXI vai fazer ressurgir a centralidade das bibliotecas, hoje “olhadas mais como museus e depósitos do passado e não grandes centros de conhecimento”.
“A palavra é o elemento capaz de explicar o humano, tem um poder curativo”, referiu o bibliotecário e arquivista da Santa Sé, acrescentando que “há discursos que curam as enfermidades”.»
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