Ana Beatriz Lemos em entrevista ao Timoneiro
Ana Beatriz Lemos tem 17 anos e frequenta o 12.º ano. Faz parte do grupo de jovens LOUCOS POR DEUS animado pelos catequistas Patrick Ferreira e Vera Menezes. Ainda não sabe se vai seguir para a Universidade. Em tempo de pandemia, fomos ao seu encontro via e-mail, no respeito absoluto pelas regras do confinamento, contando com a colaboração dos seus catequistas. Esta entrevista insere-se no âmbito do espírito de partilha com a comunidade, que não deve divorciar-se do pensar e agir dos nossos jovens. Texto de Fernando Martins e fotos de Patrick Ferreira.
A Ana Beatriz é estudante e aos fins de semana ajuda a mãe e a avó nas tarefas domésticas e noutras. Gosta de frequentar a Catequese e fez questão de sublinhar que aprecia a forma cativante dos seus catequistas, que sabem mostrar que «a Catequese não é aquela coisa secante que muitos pensam que é». «Admiro também a forma positiva que eles têm de olhar para as coisas; se algo corre mal eles tentam ver um ponto positivo nisso, por mais difícil que seja», sublinhou.
No inicio achou que andava na Catequese porque a sua avó queria, mas entretanto tudo passou a ser diferente. «Ando porque gosto: gosto dos catequistas, da convivência dos colegas e do espírito que se cria, e por isso mesmo é que entrei e fui uma das fundadoras do grupo LOUCOS POR DEUS», referiu.
A Ana Beatriz afirma que a religião é importante para a sociedade, em geral, e para as pessoas, em particular, nomeadamente, «na escola, na família, no convívio com os amigos, no desporto e nas diversões», mas percebe que nem sempre «a utilizam». Sobre o futuro, pensa que ainda não está preparada para ser catequista, mas não descarta a hipótese: Porém, já percebeu que neste grupo incrível se prepara para «testemunhar a fé em várias situações».
