
Bispo de Aveiro em Viseu
O nosso bispo, D. António Monteiro, pediu ontem, em Viseu, na qualidade de presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF), aos catequistas, que sejam prudentes e “não tenham muita pressa” no regresso das sessões presenciais com crianças e adolescentes. “Deixemos que a escola inicie as suas atividades, as suas aulas, e nós comecemos em meados de outubro, finais de outubro, a nossa catequese, para vermos um pouco como se está a reagir à questão da pandemia”, lemos na Ecclesia.
D. António Moiteiro destacou que há uma orientação fundamental para a organização dos espaços, “um grupo, uma sala”, pelo que, se o grupo for grande, “é necessário dividi-lo”. Se não houver espaços suficientes, o responsável católico convida os catequistas e comunidades católicas a “inventarem outras formas de educar na fé”, com o envolvimento das famílias. “O normal será a catequese presencial, mas onde não for possível, teremos de alterar a catequese presencial com a celebração da Eucaristia, por exemplo.
Devemos interessar os pais, para que na semana em que não há sessão presencial, sejam eles a fazer com os filhos uma síntese de fé”, precisa. E recordou que as orientações para o regresso da catequese seguem as normas que têm sido propostas pela DGS (distanciamento social, uso de máscara, higienização frequente das mãos), procurando criar espaços seguros.
Recomendou ainda que “não devemos ter medo", mas que teremos de estar atentos. E acrescentou que não nos podemos desleixar na aplicação das normas, porque isso é fundamental, apontou o bispo de Aveiro. "Se não posso fazer uma Primeira Comunhão com 50 crianças, posso fazer com dez. Não posso fazer na Missa paroquial, que já atingiu o limite da lotação, mas posso ter outra Eucaristia, própria, para esta celebração,” disse.
Fonte: Agência Ecclesia
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