Mostrar mensagens com a etiqueta Fé. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fé. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Caminhos de beleza!

Crónica de João Gonçalves
Coordenador Nacional 
da Pastoral Penitenciária

O Cristão sabe e assume ser um caminhante, um verdadeiro peregrino, alguém que não põe a sua visível contemplação apenas naquilo que os olhos lhe vão naturalmente mostrando...
Ser Caminhante Evangélico é algo que faz parte de si mesmo e se põe, a claro, na própria consciência. O que se vê ou se pisa diariamente não pode ser tomado como a força, a decisão, o determinante!
O de perto ou tocante - penso - nunca pode ser tomado como definitivo, como algo de decisivo, ou realismo encontrado; ou que seja comprometedor, em regra de definição ou de teoria, ainda que bonito ou contemplativo.
O Homem de Fé sabe que não se pode inscrever, como definitivo ou determinante, em tudo quanto ele pisa ou lhe serve de rodeio e de visão; são condições, que merecem a finalidade de que o olhar optimista o faça ver bem o que vê, mas o faça crescer para muito mais Alto... muito mais acima de toda e qualquer imaginação: estas condições inspiram uma função, e especial caminho de Fé!
O mundo em que estamos, em que vivemos e nos é, de algum modo, tentado ser explicado por técnicos ou sábios, fala de um ar de respiração cautelosa, e aponta para ares "contagiantes". Temos mesmo a consciência visionária de um certo tipo de sapatos, luvas, olheiras, máscaras...
O que dá vontade séria de dizer e viver é revermos, com coragem e paciência, um ambiente "contagiante", como tantos cientistas nos demonstram e incentivam a criar: conselhos a viver de medos, assentando nas higienes e nas permanentes preservações, de fáceis e possíveis doenças, de contágios pessoais e ambientais.
Vamos gritar liberdades, cuidados, diálogos, aconselhamentos, locais e espaços habitacionais, para que sejam criados espaços e locais da possibilidade de se viver, e de se dar a mão generosa, e de criar ambiente e consciência de VIDA, pessoal e comunitária, doada com certeza e rigor. Assim, vivermos e ajudarmos todos a reviver, na Certeza e na Esperança!

P.e João Gonçalves

Nota: Crónica publicado no "Correio do Vouga" desta semana

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Papa desafia católicos a mudar o mundo

 Fé, esperança e amor 
«são muito mais que sentimentos»


«Na tradição cristã, fé, esperança e caridade são muito mais que sentimentos e atitudes», frisou hoje o papa, que, no regresso às audiências gerais, depois da pausa de julho, anunciou que nas próximas quartas-feiras pretende falar sobre «as questões prementes que a pandemia pôs em relevo, sobretudo as doenças sociais».
«Exploraremos como a nossa tradição social católica pode ajudar a família humana a curar este mundo que sofre de graves doenças. É meu desejo refletir e trabalhar, todos juntos, como seguidores de Jesus que cura, para construir um mundo melhor, cheio de esperança para as gerações futuras», declarou.
«A pandemia continuar a causar feridas profundas, desmascarando as nossas vulnerabilidades. Muitos são os defuntos, muitíssimos os doentes, em todos os continentes. Muitas pessoas e muitas famílias vivem um tempo de incerteza, por causa dos problemas socioeconómicos, que atingem especialmente os mais pobres», acentuou.»

Ler mais aqui 

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Vida de fé

Do editorial do Timoneiro

O Papa reconhece que uma vida de fé, sem comunidade e sem ir à igreja é perigosa. Nós, cristãos, devemos crescer nesta familiaridade, que é pessoal mas comunitária. Uma familiaridade sem comunidade, sem igreja, sem os sacramentos, é perigosa e pode tornar-se numa familiaridade gnóstica, separada do povo de Deus.
Felizmente, estamos a regressar às celebrações com a presença dos crentes. Felicito todos os paroquianos da Gafanha da Nazaré. Tenhamos os cuidados necessários para nos protegermos a nós e aos outros. Sigamos os conselhos que as equipas de acolhimento nas Eucaristias nos transmitem. As pessoas de risco, os idosos e outros mais receosos podem participar na Eucaristia à semana. Não tenhamos medo e louvemos a Deus sem receios ou constrangimentos. Que o Senhor vos abençoe.

Pe. César, 
pároco da Gafanha da Nazaré

Papa rejeita fé virtual


Do Editorial do nosso Pároco 
no Timoneiro

Lendo alguns textos do Papa Francisco, apercebo-me como ele rejeita uma fé puramente virtual. “Familiaridade sem comunidade, sem Igreja, sem os sacramentos, é perigosa”, adverte. Em jeito de meditação, o Papa escreveu “um plano para ressuscitar a humanidade depois da pandemia do novo coronavírus”. Francisco apela ao “contágio com os anticorpos da justiça, da caridade e da solidariedade”. Diz o Papa: “Se aprendemos alguma coisa neste tempo, é que ninguém se salva sozinho”. Por isso, “não nos conformemos com lógicas paliativas que impedem de assumir o impacto e as graves consequências do que estamos a viver”, afirma. “Uma emergência como o Covid 19 derrota-se, em primeiro lugar, com os anticorpos da solidariedade”.

Pe. César, 
Pároco da Gafanha da Nazaré

sexta-feira, 6 de abril de 2018

A comunidade cristã tem de sentir que é educadora da fé



O Bispo de Aveiro e presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé abordou no Encontro Nacional de Catequistas, em Setúbal, o novo modelo de formação de catequistas. D. António Moiteiro disse à Agência ECCLESIA que o plano nacional quer abarcar “todas as fases etárias da catequese”, crianças, jovens e adultos, e sustenta que o trabalho de catequese se apoia num “tripé”: os catequizandos; as famílias e a comunidade cristã; e os catequistas. “A comunidade cristã tem de sentir que ela é educadora da fé dos mais novos e aí temos muito ainda a caminhar”, assinala.

Fonte: Agência Ecclesia 

sábado, 9 de dezembro de 2017

Bagão Félix assume a importância da sua fé

No passado dia 6, na “Grande Entrevista” da RTP, de Vítor Gonçalves, António Bagão Félix afirmou: “Eu não sei se Deus existe ou não existe, mas vivo no pressuposto de que Deus existe.”
Como reconhecido cristão e católico, Bagão Félix falou sobre a sua fé, dizendo que ela assume uma dimensão muito importante na sua vida e que tem necessidade que ela exista, para explicar porque é que está aqui e qual o sentido da sua vida.
A certa, altura Bagão Félix disse também que a sua fé é estruturada na dúvida e não na certeza, pois se estivesse certo não estaria a ter fé.
Neste tempo de Advento, todos nós renovamos a nossa fé em Cristo, que nasce novamente nos nossos corações, mas não devemos ter receio de ter dúvidas, nem as devemos reprimir, pois o que é a fé sem a existência da dúvida?
Procuremos, durante o Advento, ser mais introspetivos de modo a prepararmo-nos para acolher Jesus Cristo.

José Miguel Nunes Rocha

domingo, 1 de outubro de 2017

Igreja Matriz — Apresentação da Catequese

Sacrário da Igreja Matriz 
Na missa das 11h15 de hoje, domingo, na Igreja Matriz, presidida pelo nosso prior, P.e César Fernandes, foi apresentada a catequese à comunidade. Noutras missas aconteceu cerimónia idêntica. Presentes, maioritariamente, tanto quanto pude ajuizar, pais, catequistas e catequizandos. Na introdução, não faltou a primeira palavra dirigida aos catequistas, na qual se sublinhou que a Igreja os chamou para serem «educadores da fé», sendo o «rosto misericordioso de Deus Pai». E a Igreja agradece a sua generosidade e testemunho de fé na vida e, em especial, junto das crianças que lhes foram confiadas.
Por sua vez, os catequistas também se comprometeram a aceitar a missão que a Igreja lhes confiou de anunciar a Palavra de Deus «às novas gerações, para que possam crescer na fé e juntos testemunharem a alegria de viver Jesus Cristo». 
Os pais, os primeiros responsáveis pela educação dos seus filhos, como referiu o nosso prior, também aceitaram colaborar nesta missão, assumindo o compromisso de serem «testemunhas alegres da fé e da vivência da oração», colaborando com a catequese e participando nas missas. E os catequizandos declararam estar dispostos a participar na Eucaristia e na Catequese, para crescerem como verdadeiros filhos de Deus. 

FM

terça-feira, 11 de abril de 2017

Tríduo Pascal na Gafanha da Nazaré


Na Quinta-feira Santa, será celebrada a Ceia do Senhor com o simbólico lava-pés. Momento propício à meditação que nos conduzirá ao exemplo de humildade que nos foi legado por Jesus. 
Na Sexta-feira Santa, a celebração da Paixão do Senhor, e no Sábado Santo, a Vigília Pascal, são celebrações que nos levam a interiorizar os mistérios da redenção, na igreja matriz,  às 20h30. No Sábado Santo, as pessoas deverão trazer uma vela para a cerimónia.
Na Semana Santa, também conhecida por semana maior, não por ter mais dias que as demais semanas do ano, mas por vivermos com mais intensidade o mistério profundo que dá sentido à nossa existência enquanto filhos de Deus, todos os homens de boa vontade terão oportunidades de se encontrarem com o nosso Salvador. Na semana maior, vivenciamos a caminhada que somos convidados a fazer até à Ressurreição de Cristo, a Páscoa da libertação e da transformação interior.