A Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré lembra que o nosso cemitério foi construído e benzido a 25 de julho de 1921. Como a freguesia tinha sido constituída em 1910, os falecidos na nossa terra continuaram a ser sepultados no cemitério de Ílhavo, com todos os transtornos daí decorrentes. Entretanto, a Capela das Almas, assim designada, foi dada por concluída em 30 de dezembro de 1933.
Passando por cima das ampliações, arruamentos, coveiros e outros temas, é oportuno dizer que o cemitério foi recentemente beneficiado com a reabilitação da Capela das Almas e o sistema de iluminação passou a LED. Tudo isto aconteceu ao abrigo do Contrato Interadministrativo, “celebrado com a Câmara Municipal de Ílhavo em 2023”, que garante a “valorização de património”, adiantou ao Timoneiro o presidente da Junta da Gafanha da Nazaré, Carlos Rocha.
Referindo-se à Capela das Almas, o autarca salientou a importância da sua requalificação, considerando-a um “elemento icónico e central do Cemitério”, que há anos reclama “uma intervenção de fundo “.
O autarca salienta, entretanto, que a Capela das Almas ostenta agora um novo aspecto, enriquecido pelo trabalho de um artista da nossa terra, Carlos Matos, onde sobressai “uma Imagem que nos diz muito — o Cristo da Gafanha da Nazaré — como elemento central, num altar que valoriza todo o projeto”.

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