«Uma das temáticas sobre a qual os jovens pedem uma palavra clara e autêntica da Igreja é a que diz respeito à sexualidade, o género e o significado do corpo. São questões por causa das quais se afastaram da Igreja com frequência: porque se sentem julgados, não compreendidos nem acolhidos.
Temos de dar-lhes razão. A vida consagrada não foi até agora capaz de responder no concreto às suas inquietações, salvo beneméritas exceções, que permanecem como tal. Aproximarmo-nos da sexualidade com uma linguagem nova é para nós, consagradas, uma tarefa urgente, que não podemos continuar a adiar. Acredito que isto nos coloque um pouco em crise, apesar de ser uma oportunidade que devemos aproveitar. Chama-nos a uma conversão pastoral profunda, que sintetizo em três pontos.»
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