sábado, 22 de junho de 2019
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Abriu-se a manhã
Abriu-se a manhã
E eu te encontrei.
A chama brilhou,
E o seu fogo entrou em mim.
Mesmo se distantes,
Para nós o longe é perto.
O nosso horizonte
É o céu unido ao mar.
Amar é a partida
De um sonho sem chegada
Voar nas asas do vento
E subir ao infinito
Não há fronteiras que separem
Nossa amizade é sermos um só
Só o amor faz renascer
A vida em nós
A vida em nós
Em nós...
NOTA: Cântico da Eucaristia deste domingo
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Francisco e Bento XVI - A tradição é como as raízes
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| Bento XVI e Francisco |
Sempre que o vou visitar, sinto-o assim. Pego-lhe na mão, e faço-o falar. Fala pouco, fala devagar, mas com a mesma profundidade de sempre. Porque o problema de Bento XVI são os joelhos, não a cabeça: tem uma grande lucidez e eu, ouvindo-o falar, torno-me forte, sinto a «seiva» das raízes que vem a mim e me ajuda a seguir em frente.
Sinto esta tradição da Igreja, que não é uma coisa de museu. A tradição é como as raízes, que te dão a seiva para crescer. Não te tornarás como as raízes! Tu florescerás, a árvore crescerá, darás fruto e as sementes serão raízes para os outros. A tradição da Igreja está sempre em movimento.
Numa entrevista feita por Andrea Monda e publicada em «L’Osservatore…», alguns dias atrás, havia uma passagem do músico Gustav Mahler, que muito me agradou. Falando precisamente das tradições, dizia ele: «A tradição é a garantia do futuro, e não a guardiã das cinzas». Não é um museu. A tradição não guarda as cinzas.
A nostalgia dos fundamentalistas, voltar às cinzas, não. A tradição são raízes que garantem à árvore crescer, florescer e dar fruto. E repito aquele texto do poeta argentino que gosto tanto de citar: «Tudo aquilo que a árvore tem de florido, vem-lhe do que está enterrado».
Conversa com os jornalistas, no regresso da viagem à Roménia, no dia 2 de junho.
Publicado no jornal Timoneiro desse mês
terça-feira, 18 de junho de 2019
União das Irmandades para melhor servir a comunidade paroquial
| Carlos Sardo |
A União das Irmandades prossegue fins espirituais junto dos irmão, sem pôr de lado a atenção devida a quem necessita de eventuais ajudas económicas. No fundo, os membros da União têm de colaborar na ação evangelizadora da Igreja, segundo os meios que lhe são próprios, como se refere nos estatutos, «redigidos de harmonia com as exigências legais, canónicas e civis», e assinados em 16 de novembro de 2016 por Mons. João Gonçalves Gaspar, ao tempo Vigário Geral a Diocese de Aveiro.
Em conversa com Carlos Sardo, juiz da União das Irmandades da paróquia da Gafanha da Nazaré a União surgiu como resposta às dificuldades que as três irmandades estavam a sentir, sobretudo na hora da organização de festas e procissões em que tinham de participar. Cada uma tinha de se apresentar com os irmãos devidamente vestidos e equipados com as suas opas e murças, para erguerem as insígnias (Cruz, Lanternas e Bandeira), mais o Pálio e a Umbela, e ainda lanternas para ladear o pálio, sem contar os andores. «Nem sempre era possível conseguir homens e mulheres disponíveis e com capacidade física para essas tarefas», disse-nos o juiz da União.
Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo na Costa Nova
Festa do Corpo de Deus - Dai-lhes vós de comer
Reflexão de Georgino Rocha
Jesus dá esta resposta aos discípulos que, condoídos pelo cansaço e pela fome da multidão, querem ver-se livres dela enviando-a para as aldeias mais próximas. É uma resposta de envolvimento directo na busca de soluções e uma denúncia clara de quem quer afastar problemas de consciência. É uma resposta de provocação pois era deserto o local onde estavam e muito exíguas as provisões. É uma resposta promissora de novas realidades que Jesus queria aproveitar para desvendar e confiar aos que iriam continuar a sua missão. Lc 9, 11b-17.
A multidão encantada e ávida dos ensinamentos de Jesus, segue-O incondicionalmente. Os discípulos ansiosos, recém-chegados da primeira experiência apostólica, solidarizam-se com esta gente e confiam nas capacidades já demonstradas pelo Mestre. O próprio Herodes, segundo a narrativa de Lucas, manifesta o desejo de ver e ouvir Jesus. O ambiente social torna-se propício ao Nazareno, e a sua fama honrada vai crescendo e despertando energias adormecidas e expectativas adiadas. É neste contexto que a narrativa de Lucas apresenta o Evangelho da Festa do Corpo de Deus.
Informações Paroquiais de 16 a 23 de junho 2019
1 – Domingo, dia 16, haverá a festa de fim de ano da Universidade Sénior, às 16h no Auditório Mãe do Redentor. A entrada será um bem alimentar destinado à Cáritas Paroquial. Convidamos todos à participação.
2 – Como preparação para o Corpo de Deus os grupos Corais de todo o Arciprestado terão ensaios gerais na Costa Nova, na próxima segunda e quarta-feira, às 21:00 Horas.
2 – Como preparação para o Corpo de Deus os grupos Corais de todo o Arciprestado terão ensaios gerais na Costa Nova, na próxima segunda e quarta-feira, às 21:00 Horas.
3 – Quinta-feira é dia santo de guarda, festa do Corpo de Deus. As missas vespertinas serão na quarta-feira às 17:00 Horas na Igreja da Chave e às 19:00 Horas na Igreja Matriz. Na quinta-feira haverá missa às 8:00 Horas na Igreja Matriz, às 9:00 Horas na Igreja da Cale-da-Vila e às 10:30 Horas na Igreja Matriz.
4 – Este ano, a festa arciprestal do Corpo de Deus realiza-se na Paróquia na Costa Nova. Às 16:00 Horas será celebrada a Eucaristia na Igreja Paroquial, seguindo-se a Procissão com o Santíssimo Sacramento. São convidadas a participar as crianças e adolescentes da catequese, Catequistas, Escuteiros, Irmandades, Agentes de Pastoral e todos os crentes. As crianças que fizeram a Primeira Comunhão devem ir vestidas de túnica. Os Irmãos da Irmandade deverão levantar as Opas na Sacristia da Igreja Matriz.
5 – As pessoas interessadas em levar ou enfeitar os andores na Procissão de Nossa Senhora da Nazaré podem dar o nome no Cartório Paroquial.
6 – A nossa paróquia está a organizar um almoço de angariação de fundos para ajudar a fazer face às despesas. O almoço será no dia 30 de Junho no Centro de Recursos Mãe do Redentor. As pessoas podem adquirir os seus bilhetes junto dos elementos do Conselho Económico e Pastoral ou no Cartório Paroquial.
4 – Este ano, a festa arciprestal do Corpo de Deus realiza-se na Paróquia na Costa Nova. Às 16:00 Horas será celebrada a Eucaristia na Igreja Paroquial, seguindo-se a Procissão com o Santíssimo Sacramento. São convidadas a participar as crianças e adolescentes da catequese, Catequistas, Escuteiros, Irmandades, Agentes de Pastoral e todos os crentes. As crianças que fizeram a Primeira Comunhão devem ir vestidas de túnica. Os Irmãos da Irmandade deverão levantar as Opas na Sacristia da Igreja Matriz.
5 – As pessoas interessadas em levar ou enfeitar os andores na Procissão de Nossa Senhora da Nazaré podem dar o nome no Cartório Paroquial.
6 – A nossa paróquia está a organizar um almoço de angariação de fundos para ajudar a fazer face às despesas. O almoço será no dia 30 de Junho no Centro de Recursos Mãe do Redentor. As pessoas podem adquirir os seus bilhetes junto dos elementos do Conselho Económico e Pastoral ou no Cartório Paroquial.
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Assembleia diocesana encerra ano pastoral e apresenta orientações
A assembleia diocesana que encerra o ano pastoral terá uma "dinâmica sinodal - caminhada em conjunto - e pretende delinear opções pastorais para os próximos tempos", disse o P.e Licínio Cardoso ao Correio do Vouga. O encontro, para padres, diáconos, representantes paroquiais (os chamados "missionários" paroquiais) e dos institutos religiosos e movimentos, realiza-se no Seminário de Aveiro, no dia 22 de junho, a partir das 9h00
O coordenador pastoral confirmou ao Correio do Vouga que a assembleia terá quatro painéis - dois de manhã e dois da parte da tarde. O primeiro fará uma divulgação e breve análise dos dados do recenseamento à prática dominical, comparando os números de 2019 com os de 2001. O segundo painel fará uma síntese das respostas dos grupos de reflexão que surgiram em algumas paróquias ao longo do ano pastoral, envolvendo mais de mil pessoas. Serão analisados aspetos como a visão de sociedade, da Igreja, de Iniciação Cristã e de família que as respostas transmitiram. Haverá ainda um momento para testemunhos sobre os trabalhos de grupo.
O primeiro painel da tarde será para apresentar as novas orientações pastorais para ao sacramentos da Iniciação Cristã (Batismo, Crisma, Eucaristia). O segundo da tarde e último do dia será para apresentar as grandes opções da Igreja diocesana para o próximo ano pastoral e algumas datas. Como está definido, 2019-2020, segundo ano do triénio pastoral, estará muito focado na família.
J.P.F.
Fonte: Correio do Vouga
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Diocese de Aveiro,
Seminário de Santa Joana
Dia da Comunidade Paroquial foi uma festa
Os cristãos têm de permanecer ativos,
partilhando com os outros os dons que Deus lhes deu
partilhando com os outros os dons que Deus lhes deu
Com o Pentecostes, que neste domingo, 9 de junho, se celebrou, «a Igreja torna-se adulta na sua missão evangelizadora», graças «à luz e à força do Espírito de Deus», e nesta Eucaristia «vamos pedir ao Senhor que derrame o seu Espírito sobre cada um de nós, em abundância, também sobre a Igreja da Gafanha da Nazaré, radicada neste cantinho junto à ria e junto ao mar». Foi assim que o nosso prior, P. César, se dirigiu ao povo de Deus na Eucaristia do Dia da Comunidade, que congregou católicos dos três centros de culto da nossa paróquia: Matriz, Chave e Cale da Vila, apesar do tempo agreste que se fez sentir.
A festa da comunidade iniciou-se pelas 15h30 no Jardim 31 de Agosto com a participação dos diversos grupos da catequese, que, em jeito de reflexão mas também de diversão, deixaram testemunhos de alegria, cantando e dando sinais evidentes do trabalho de todos, incluindo catequistas e catequizandos. E com esta participação deu-se por encerrado, para um tempo de descanso, o serviço da catequese. As inscrições para o próximo ano já estão em curso, por expressa vontade dos pais, para todas as crianças que se matriculam nas escolas.
O Dia da Comunidade abre portas a um período de repouso, não só para a catequese mas ainda para os movimentos, serviços e demais instituições da paróquia de Nossa Senhora da Nazaré, estando garantido que, para Deus e para a Eucaristia, bem como para cerimónias inadiáveis, não haverá interrupções.
A este propósito, o nosso prior frisou na homilia que os cristãos têm de permanecer ativos em férias e fora delas, partilhando com os outros os dons que Deus lhes deu, contribuindo para o bem comum, levando à prática, no dia a dia, o dom da partilha, o dom de ensinar, o dom dos bons conselhos, o dom de confortar os doentes, o dom de participar nos serviços possíveis da própria Igreja e o dom de colaborar nas associações humanitárias e de solidariedade.
Confirmámos que os membros do conselho económico e pastoral, de irmandades e dos organismos de expressão paroquial deram o seu contributo para que este encontro decorresse animado e participativo, como aconteceu.
Como presença assídua e dinâmica, nesta festa e noutras da comunidade, os escuteiros do Agrupamento 588 do CNE, com todo o seu entusiasmo, assumiram a responsabilidade de trabalhar na preparação dos petiscos e bebidas, que foram vendidos a preços acessíveis. Sandes de fêveras, caldo verde, doçaria diversa, águas, sumos e cerveja e boa disposição, que nestes momentos a alegria é fundamental.
João Lagarto, chefe do agrupamento, mostrou a sua satisfação e a disponibilidades dos demais chefes e de colaboradores de grupos paroquiais. «No fundo, participamos nesta festa com a maior alegria e espírito de serviço, revertendo a receita, na sua totalidade, para as despesas da paróquia», disse. E adiantou que estes encontros são uma mais-valia para a comunidade, enquanto proporciona o convívio com gente dos vários lugares da Gafanha da Nazaré, lembrando que «a comunidade não é um conjunto de casas, mas de pessoas que trabalham, convivem e vivem em prol da sociedade, tenho em vista um mundo mais solidário».
Fernando Martins
NOTA: Texto e fotos publicados no jornal Timoneiro
NOTA: Texto e fotos publicados no jornal Timoneiro
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Pré-seminário em Aveiro: «marco singular na vida da diocese»
Reitor afirma que «dinâmica» do pré-seminário
constitui um «marco singular na vida da diocese»
«O reitor do Seminário de Santa Joana Princesa de Aveiro afirmou que a vida do sacerdócio “é, regra geral, pouco desejada pelos rapazes”, pelo que a diocese aposta no pré-seminário, “uma resposta estruturada”, como “instrumento de provocação vocacional”.
“Existe uma dificuldade grande de perceber a essência da vida cristã concretizada no sacerdócio, e este é o nosso grande caminho, o de dar a conhecer a resposta vocacional como realidade que dá sentido à vida – seja esta cristã ou não -, e o sacerdócio como missão de resposta a um chamamento e entrega até ao fim como Cristo, Bom Pastor, que tem assume o cuidado pelos cristãos a ele confiados”, disse o padre João Santos à Agência ECCLESIA.
O responsável refere que para muitos “o padre é o homem do ‘religioso’” que preside a uns atos de culto – Eucaristia, funerais, casamentos –, e “é o homem que não se pode casar”.
“Existem rapazes que, por contacto mais próximo com algum padre ou por pertencerem a algum movimento mais ativo, já trazem consigo o vislumbre da beleza do sacerdócio”, acrescentou, destacando que, mesmo assim, “o medo do compromisso e do fracasso são tentações que estão frequentemente presentes”.
No atual ano pastoral 2018/2019, passaram pelos grupos do Pré-Seminário “62 rapazes, entre os 10 e os 18 anos”.»
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