sábado, 28 de julho de 2018

Evangelho do XVII domingo do tempo comum



EVANGELHO – Jo 6,1-5

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo,
Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia,
ou de Tiberíades.
Seguia-O numerosa multidão,
por ver os milagres que Ele realizava nos doentes.
Jesus subiu a um monte
e sentou-Se aí com os seus discípulos.
Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.
Erguendo os olhos
e vendo que uma grande multidão vinha ao seu encontro,
Jesus disse a Filipe:
«Onde havemos de comprar pão para lhes dar de comer?»
Dizia isto para o experimentar,
pois Ele bem sabia o que ia fazer.
Respondeu-Lhe Filipe:
«Duzentos denários de pão não chegam
para dar um bocadinho a cada um».
Disse-Lhe um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro:
«Está aqui um rapazito
que tem cinco pães de cevada e dois peixes.
Mas que é isso para tanta gente?»
Jesus respondeu: «Mandai sentar essa gente».
Havia muita erva naquele lugar
e os homens sentaram-se em número de uns cinco mil.
Então, Jesus tomou os pães, deu graças
e distribuiu-os aos que estavam sentados,
fazendo o mesmo com os peixes;
E comeram quanto quiseram.
Quando ficaram saciados,
Jesus disse aos discípulos:
«Recolhei os bocados que sobraram,
para que nada se perca».
Recolheram-nos e encheram doze cestos
com os bocados dos cinco pães de cevada
que sobraram aos que tinham comido.
Quando viram o milagre que Jesus fizera,
aqueles homens começaram a dizer:
«Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo».
Mas Jesus, sabendo que viriam buscá-l’O para O fazerem rei,
retirou-Se novamente, sozinho, para o monte.

Outras leituras aqui 

X Convívio de Crismados no Jardim Oudinot

Pelos valores da amizade e partilha 
A alegria esteve presente
Os crismados de 1982, da Paróquia da Gafanha da Nazaré, tiveram o seu convívio anual no Jardim Oudinot, onde as famílias puderam partilhar mais um ano de vida. 
O (re)encontro foi no dia 22 de julho e nele estiveram presentes sete elementos crismados e respetivas famílias, numa confraternização muito animada e rica de saudáveis memórias dos anos de caminhada na fé. 
Os presentes não esqueceram os restantes amigos de grupo, que não puderam comparecer, uns por motivos profissionais; outros, por residirem num país diferente, em virtude da procura de melhores condições de vida familiar. 
Foi mais um momento único para avivar boas recordações e manter o espírito jovem de partilha de experiências tão diversas e de garantia de uma amizade consolidada pela força do espírito, sem ser forçada por esta ou aquela circunstância pontual. 
Somos um grupo e prometemos novo encontro no próximo ano. 

Texto de Hélder Ramos 
Foto de Adélia Alves

sexta-feira, 27 de julho de 2018

"VOZ SÉNIOR" - Informar para partilhar saberes


A Universidade Sénior da Gafanha da Nazaré faz parte integrante do Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Nazaré, estando vocacionada, desde a primeira hora, para dinamizar projetos abertos à chamada terceira idade. Tanto quanto é público, partilha saberes e também alguns sabores, oferecendo um “projeto cultural com futuro”.
Chegou-me hoje às mãos a 1.ª edição do jornal “VOZ SÉNIOR”, com data de março e distribuição gratuita, programado, à partida, para sair semestralmente. 
O diretor, César Fernandes, prior da Gafanha da Nazaré, diz que o nascimento de um jornal da nossa US “é uma excelente notícia”, frisando que se trata de “um projeto interno, auscultado e participado”, que vem “ao encontro da dinâmica feliz e positiva que dá continuidade à gratificante iniciativa que foi o I Encontro de Universidades Seniores da Região de Aveiro (Maio 2017)”.
César Fernandes, recordando o lema da US “Venha Connosco Partilhar Saberes”, salienta que “esta VOZ pretende partilhar, dar a conhecer e convidar à partilha”, lançando o convite a cada um para que “venha visitar-nos e conhecer-nos”. “Entremos nesta embarcação, fazendo-nos ao mar e navegando até ao alto mar… onde a alegria de aprender faz acontecer o convívio, a festa, as conferências, o canto, dando cor e vida aos nossos dias!”
Nesta primeira edição, para além do Estatuto Editorial, o leitor pode ficar a conhecer a ação de cada área curricular, com ilustrações adequadas, das quais destacamos: poesia, gastronomia, curiosidades, pormenores de conferências, fotografia e cinema, música e dança, história e comunicação, teatro e visitas, tecnologias da informação,  festas de aniversários e,  ainda, um texto alusivo ao passado da Gafanha da Nazaré.

Fernando Martins

Um poema, página 9

Vem Amigo!

Vem Amigo,
Empresta-me o teu olhar.
Vamos juntos ver as estrelas,
O Sol, o Mar.

Vem Amigo,
Empresta-me o teu ouvir.
Vamos juntos, por aí fora,
À procura de outros
Com quem partilhar
Alegrias, tristezas,
Enfim, as várias formas de estar.

Vem Amigo,
Empresta-me o teu sentir.
Não fiques sozinho 
À espera, sentado à beira da estrada,
Vendo as mesmas pedras da calçada, 
Ouvindo os mesmos sons da chegada.

Vem Amigo,
Há outras formas de vida
Mais partilhada, mais concorrida,
Mais cheia e verdadeiramente vivida.

Vem Amiga,
Há outros amigos também
Que na mesma estrada,
No mesmo caminho,
Precisam de ti.

Vamos juntos
Ensinar o que já aprendemos,
Aprender o que ainda não sabemos,
Viver o que ainda não vivemos,
Partilhar o que ainda temos.

Vem amigo
Empresta-me o teu olhar.

Maria Helena Malaquias 

Peregrinação Diocesana a Fátima

29 de setembro de 2018

“Peregrinos com Maria: Mulher, Mãe e Discípula”

A Diocese de Aveiro peregrinará ao Santuário de Fátima no próximo dia 29 de setembro, com o lema “Peregrinos com Maria: Mulher, Mãe e Discípula”.

Programa:

10h00 Concentração por arciprestados no lado oposto à porta principal da basílica
11h00 Eucaristia na basílica da Santíssima Trindade presidida pelo bispo de Aveiro
12h15 Assembleia Diocesana dentro da Basílica
15h30 Recitação do terço na capelinha das Aparições
16h00 Bênção e envio

Os arciprestados estão a organizar autocarros para facilitar a deslocação pelo que deve procurar junto do seu pároco mais informações.

Partilhamos alguns registos da última Peregrinação Diocesana, que ocorreu em março de 2017.

terça-feira, 24 de julho de 2018

Férias, 'vacances', 'holidays', 'Urlaub'



«Férias, vacances, holidays, Urlaub - é tudo férias: em português, francês, inglês e alemão, respectivamente. É muito interessante verificar que, apesar de tanta variedade, as diferentes palavras, até etimologicamente, têm a ver com liberdade, dias festivos de descanso, dias sagrados e santos.
Férias - em alemão, Ferien - vem do latim feriae, significando dias libertos de negócios e trabalhos, dias festivos, dias de descanso. O termo vacances - em espanhol vacaciones - tem a sua origem no verbo latino vacare: estar em descanso, ter tempo e vagar para - o substantivo vacatio tem o significado de isenção, graça e dispensa de serviço.
Os ingleses em férias estão on holidays, portanto, em dias santos. Urlaub tem na sua raiz erlauben e Erlaubnis, com o significado primeiro de permissão de sair, dada pelo senhor ou pela dama ao cavaleiro; actualmente, quer dizer dias livres, sem serviço e sem trabalho, para o descanso.»

domingo, 22 de julho de 2018

Onde está a sua caixa de brinquedos?



“É nesta caixa que estão as histórias disparatadas e sábias que contamos vida fora; é aqui que se conservam os odores, as palavras de uma canção que cantamos muitas vezes numa viagem de família; o silêncio da intimidade na casa, os passeios pela praia, as conversas à janela voltados para a noite; é nela que se encontram os símbolos, as brincadeiras, os risos distendidos, as férias, os jogos intermináveis à volta da mesa, a contemplação carinhosa sem outra finalidade”

D. José Tolentino, 
no encontro das Equipas de Nossa Senhora,
em Fátima

sábado, 21 de julho de 2018

Boas férias para todos


«Tempo durante o qual não funcionam 
aulas, tribunais, etc.
Interrupção relativamente longa de trabalho,
destinada ao descanso dos trabalhadores.»

Dos dicionários

Partindo da definição de férias que nos é dada pelos dicionários, na sua síntese mais conhecida entre nós, podemos concluir que, para quem trabalha ou estuda, elas serão uma fruição acessível a todos. Alunos e trabalhadores, sem aulas e sem trabalho, poderiam estar, à partida, em férias. Nem sempre, porém, é assim, já que a disposição interior não será favorável à busca de férias divertidas. Mas quem estuda e trabalha precisa realmente do lazer, sob as mais variadíssimas formas. 
Muitos dos que falam de férias pensam logo em viagens, em diversões, em simples passeios e em estadas longe dos seus quotidianos. Mas férias podem ter outras vertentes que permitam a descontração, o descanso, a cultura, a espiritualidade e a alegria partilhada em grupos, numa ânsia desejada de renovar o corpo e a mente para mais um ano de trabalho e de luta.
Todos sabemos, contudo, que o desânimo domina as sociedades contemporâneas. O mundo, comandado até ao absurdo e quase exclusivamente pela economia e finanças, caiu num descalabro sem precedentes, cujos contornos ainda não têm cabal análise e muito menos soluções à vista. Fala-se muito, mas do falar ao resolver os problemas do povo vai uma grande distância. Desempregos em massa, redução de salários impensáveis há uns anos, regalias cortadas abruptamente, falências em crescimento nunca visto, famílias inteiras sem qualquer rendimento, fome e desesperos, enfim, uma economia em queda ao jeito dominó. 
Falar de férias num ambiente destes é terrivelmente doloroso para bastantes famílias. Porém, que ao menos possamos aproveitar esta época para descobrir coragem e força que nos ajudem a descortinar formas de sobrevivência dignas, com perspetivas de futuro, na certeza de que, depois da tempestade vem a bonança. Assim esperamos.

Fernando Martins

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Evangelho para este fim de semana



EVANGELHO – Mc 6,30-34

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo,
os Apóstolos voltaram para junto de Jesus
e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado.
Então Jesus disse-lhes:
«Vinde comigo para um lugar isolado
e descansai um pouco».
De facto, havia sempre tanta gente a chegar e a partir
que eles nem tinham tempo de comer.
Partiram, então, de barco
para um lugar isolado, sem mais ninguém.
Vendo-os afastar-se, muitos perceberam para onde iam;
e, de todas as cidades, acorreram a pé para aquele lugar
e chegaram lá primeiro que eles.
Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão
e compadeceu-Se de toda aquela gente,
que eram como ovelhas sem pastor.
E começou a ensinar-lhes muitas coisas.

Ler reflexão aqui 

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Coleta Paroquial não pode cair no esquecimento

Sacrário da Igreja Matriz


«A Coleta Paroquial é uma das receitas fundamentais para o funcionamento normal da nossa Paróquia. Para isso, está a ser colocado nas caixas do correio de todas as casas, um envelope onde os paroquianos poderão colocar a sua oferta e entrega-lo nos ofertórios das missas, ou no Cartório Paroquial. Agradecemos desde já a partilha e generosidade de todos.»



O aviso em epígrafe, publicado neste blogue e apresentado nas Eucaristias do fim de semana, deve ser lido com atenção e com espírito aberto e consciente, para ser tomado a sério. Há pessoas, pelo que sei, que assumem a sua condição de paroquianos, com tudo o que isso implica, nomeadamente no que diz respeito às despesas inerentes à vida da comunidade paroquial, com três centros de culto (Matriz, Chave e Cale da Vila). Mas também há outras que pensam que uma comunidade vive do ar que respira, olhando para o lado na hora de contribuírem para as múltiplas despesas que toda gente de bom senso admite serem uma realidade. 
Realmente, todos têm a obrigação de participar com realismo, contribuindo, de acordo com as suas possibilidades, para que os serviços funcionem dentro da normalidade. Há obras de manutenção, há empregados que desempenham funções necessárias, há padres que se encarregam dos cultos, do apoio a doentes e idosos, e ainda do atendimento espiritual, e não só. Também estão atentos às situações familiares, dando conselhos pertinentes e indicando pistas para a resolução de problemas inadiáveis. 
Seria muito bom que todos colaborássemos. Adiar os contributos pode conduzir a esquecimentos. 

Fernando Martins

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Santa Sé agradece a Aveiro partilha quaresmal de 2017



A Santa Sé agradeceu em carta datada de 6 de junho de 2018 a partilha da Diocese de Aveiro na Quaresma de 2017, que se destinou em parte às crianças pobres do Sudão do Sul (a outra parte destinou- -se à formação cristã na Diocese de Aveiro). A carta é assinada pelo cardeal Peter Turkson, responsável do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, um organismo criado pelo Papa Francisco em 2016 para "promover o desenvolvimento integral do homem à luz do Evangelho".

Fonte: "Correio do Vouga"